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sábado, 10 de janeiro de 2015

Resenha: Invisível - David Levithan & Andrea Cremer

   
  Heey marcadores, os que já nos acompanham sabem que a Lari é apaixonada por Raphael Draccon e Mari louca pela Tahereh Mafi. Talvez já tenham se perguntado "E o Nik? Ele tem um favorito?", e é óbvio, que tenho. David Levithan, arranca de mim todos os marcadores de ouro.

  Parando de fanatismo um pouco, apresento a vocês a ultima obra que li dele:
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  Invisível, uma parceria com Andrea Cremer. Estes dois autores se encontraram em Washington nos estados unidos, Cremer tinha certeza que não era Invisível, mas Levithan confirmou o fato. Apresentou ela a vários outros escritores, todos capazes de vela. E assim surgiu a ideia desta parceria.

O livro trata de uma maldição, rogada na mãe de Stephen, nosso personagem principal, onde o seu filho nasceria Invisível. Stephen nasceu com as consequências desta maldição, mas isso tudo para ele é muito confuso. Há coisas da sua família e sobre a maldição que nunca foram reveladas a ele.

  Estas coisas parecem que nunca seriam reveladas, pois sua mãe morrera e seu pai não aguentará a pressão de conviver com um filho que não se pode ver. Fazendo duvidar ate de sua existência e abandona-lo. Servindo para o filho apenas como um cartão de credito.

Mas é ai que entra Elizabeth, uma garota que acaba de se mudar com mãe e irmão para Nova York,  vinda com uma bagagem cheio de problemas familiares. Esta garota muda-se para o mesmo prédio e andar de Stephen, e fica indignada quando o garoto por não a ajudar recolher as compras que derrubara no corredor do apartamento. E é neste ponto, que a historia começa a tomar rumo.
 
Elizabeth é a primeira a vê-lo, o que faria isso possível? Como esta maldição funciona? Muitas perguntas surgem na cabeça de Stephen, e sua curiosidade o faz se aproximar de Elizabeth. Sem deixar ela saber que ela é a única que o pode ver, eles se apaixonam. E cada vez mais este amor vai se esbarrando com este mistério, ate chegarmos ao ponto de uma arda jornada destes dois a uma solução.

Como este livro e uma obra feita em dupla, não consigo ler sem tentar identificar qual parte, idea, e de cada autor. Não conheço o trabalho de Andrea Cremer, que tem uma saga já lançada e com pequeno sucesso no exterior, mas conheço bem o de (MEU) Levithan.

  Consigo perceber que os assuntos mais polêmicos, a parte mais sentimental e o desenrolar tem seus dedos bem postos ali. Porem fazendo comparação a outra dupla dele, livro Will & Will com John Green, vemos que a combinação com Andrea é muito melhor. Em Will & Will, as narrativas não são muito harmoniosas, já em Invisível, o casal faz sua historia fluir como se fosse feito por uma só pessoa, não havendo separação obvia de quem fez qual parte.

O lado misterioso e magico neste livro, com certeza vem muito mais de Cremer, pois sua saga trata de assuntos fantásticos, e vendo pelo o que contem neste livro, é uma autora a se apostar. Talvez eu ainda leia seus livro, quando tiver tempo e dinheiro disponível.

Invisível leva o marcador:
- Ouro
- Prata ✔
- Bronze
- Alumínio
- Papel

                                                                       #Nox

sábado, 20 de dezembro de 2014

Resenha: Digam aos Lobos que Estou em Casa (Carol Rifka Brunt)

  Olá marcadores, podem dizer aos lobos que estou em casa.

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  Digam aos lobos que estou em casa é o primeiro livro de Carol Rifka Brunt. E já posso dizer que estou ansioso por mais. Ela tem uma maneira doce e fácil de se contar a história. Sendo ela contada em primeira pessoa pela personagem June Elbus, uma garota de 14 anos, temos uma fácil empatia. Entramos em uma mente de 14 anos, tendo total compreensão.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Resenha: Cemitérios de Dragões (Raphael Draccon)

Cemitérios de Dragões
Cemitérios de Dragões
Autor: Raphael Draccon
Editora: Rocco
Páginas: 350 páginas
Sinopse: Em diferentes pontos do planeta Terra, cinco pessoas com histórias e origens completamente distintas desaparecem por motivos variados e acordam numa outra realidade. Em meio a guerras envolvendo demônios, dragões, homens-leão, seres fantásticos e metal vivo, os cinco precisam compreender os motivos de estarem ali e combater um mal que talvez não possa ser impedido. Este é o mote de Cemitérios de dragões, o novo romance de Raphael Draccon, que marca a estreia do selo Fantástica. No livro, o autor de Dragões de Éter apresenta uma versão moderna e adulta de um universo inspirado por séries queridas por toda uma geração como Jaspion, Changeman, Flashman, Black Kamen Rider e Power Rangers.



Let's gooo galera. Como vão vocês? Eu estou mais do que animada porque finalmente estou atingindo a meta deste blog: falar sobre o Raphael Draccon (meu amor). Mentira, não vou falar sobre ele, isto requer tempo e carinho, vou falar sobre o mais recente livro dele: Cemitérios de Dragões, Legado Ranger.

Primeiro, tenho que admitir que fiquei muito irritada ao saber deste livro, já que estou há quase um ano esperando pela continuação de Dragões de Éter. Contudo, como a boa fã e viciada que sou, comprei na primeira oportunidade: A Bienal do Livro de SP (quando foi lançado).

Em Cemitérios de Dragões, somos transportados a um mundo demoníaco e fantástico como cinco personagens vindos de diferentes partes do mundo. Dentre eles, o que mais se destaca é Derek, um soldado de elite norte americano declarado morto em combate. Durante todo o livro cada personagem enfrenta seus próprios desafios e revive os seus demônios, se perguntando se valia a pena lutar para voltar ao seu mundo, mesmo sabendo de todos os problemas a se resolver.










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