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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

#TAG: The Liebster Award - Discover New Blogs!



Olá pessoal! Fomos indicados pela Sheylla do Loucura Literária  e o objetivo é ajudar blogs que estão no começo (ou seja, como nós).

As regras são:
• Escrever 11 fatos sobre você; (não vamos fazer porque somos quatro)
• Responder as perguntas de quem te indicou;
• Indicar de 10 a 20 blogs com menos de 500 seguidores; 
• Fazer 11 perguntas para quem indicar;
• Colocar uma imagem que mostre o selo Liebster;
• Linkar quem te indicou. 



quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Gramática: Vozes verbais

Há três tipos de vozes verbais:

Voz ativa: quando o sujeito é o agente, isto é, aquele que executa a ação expressa pelo verbo.
Exemplos:
O gorila comeu a banana.
O aluno leu o livro.

Voz passiva: quando o sujeito é o paciente, isto é, o receptor da ação expressa pelo verbo.
Existem dois tipos de voz passiva:
     a)     Voz passiva analítica: formada por verbo auxiliar mais particípio.
Exemplos:
A banana foi comida pelo gorila.
O livro foi lido pelo aluno.
   
     b)    Voz passiva sintética: quando é formada pelo verbo na terceira pessoa mais a partícula apassivadora se.
Exemplos:
Comeu-se a banana.
Leu-se o livro.

Voz reflexiva: quando o sujeito é ao mesmo tempo agente e paciente, isto é, executor e receptor da ação expressa pelo verbo.
Exemplos:
O gorila cortou-se.
O menino feriu-se.

Fonte: Curso prático de gramática - Ernani Terra.

~Yan


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Acesso à leitura


   
          O hábito de leitura no Brasil pode até parecer que está crescendo, mas ainda é algo visivelmente precário, uma vez que a maioria dos brasileiros, segundo estatísticas, lê no máximo metade do que diversos habitantes de outros países.
         Para muitos, é comum ler com frequência, mas o hábito ainda não foi adquirido por outros brasileiros, alguns não somente por não gostar da leitura, mas também por não ter tido acesso a livros perto de casa ou não poder adquiri-los por motivos financeiros, já que o Brasil é um país com uma grande desigualdade social.
         Somente em alguns locais encontramos bibliotecas que tem produtos para todos e também há o problema de algumas áreas do Brasil, onde brasileiros sofrem até mesmo para estudar, muitas vezes não tendo o material necessário.
      Programas culturais podem fazer com que uma maior quantidade de brasileiros tenha acesso à leitura para, posteriormente, eles adquirirem o hábito de ler.

~Yan
        
        

         

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Crítica ao livro Shada

Oi gente, o meu nome é Yan e vou começar postando uma crítica a um dos livros do universo da série britânica Doctor Who, Shada.
O livro Shada conta a história de um episódio de Doctor Who que nunca foi para a televisão, trazendo a quarta encarnação do Doctor, que tem como companheira Romana II.
O roteiro original foi escrito pelo editor de roteiros da série naquela época, Douglas Adams, autor de O guia do mochileiro das galáxias e quem transforma o roteiro em livro é Gareth Roberts.
Quem já leu algum livro de Douglas Adams poderia facilmente dizer que Shada é de sua autoria, pois Gareth Roberts demonstra ter um estilo de escrita parecido com a dele em um livro que não deixa de ser eletrizante por cada página que passamos.
Muitos já disseram que, ao ler o livro, se sentem assistindo a um episódio da série, através de uma narrativa trabalhada de forma que não tornasse a leitura algo maçante e cansativo. Tenho que lhes dizer que quem afirmou isso tem total razão.
Na quarta encarnação do Doctor podemos observar traços do mesmo Doctor de hoje em dia, como se fosse essa personagem quem estava ali a todo o momento da leitura, uma história criada em 1979.

Com uma narrativa que o prende do começo ao fim, tendo sempre que descobrir o que acontece em seguida, assim como são os episódios de Doctor Who, Shada não deixa a desejar quando os leitores tentam conhecer um pouco sobre como eram os episódios antigos da série. Um livro realmente bom.
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